segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A CURA DO AMOR PELO TAO



A CURA DO AMOR PELO TAO
de Mantak Chia


Páginas: 304 págs

A Cura do Amor pelo Tao revela as tradicionais práticas taoistas para cultivar e intensificar a energia sexual da mulher, transformando-a em poder criativo, poder de cura e poder espiritual. Durante milhares de anos esses princípios e técnicas sexuais foram ensinados, pelos mestres taoistas, só a um número reduzido de pessoas, que os guardavam em segredo sob juramento, nas cortes reais e círculos esotéricos da China. A Cura do Amor pelo Tao é o primeiro livro a divulgar esse antigo conhecimento no mundo ocidental. O alicerce do amor terapêutico é o cultivo, a transformação e a circulação da energia sexual, conhecida como Ching. Ching é uma energia criativa e geradora, essencial para o desenvolvimento do Chi (a força vital), e do Shen, a energia espiritual que possibilita o desenvolvimento espiritual por meio de práticas elevadas. Ching é produzida nos órgãos sexuais e as mulheres perdem essa energia continuamente na menstruação e durante a gravidez. Mantak Chia ensina técnicas poderosas, desenvolvidas por mestres taoistas, para conservar a energia Ching e utilizá-la para o bem-estar físico, mental e espiritual das mulheres. Entre os muitos benefícios dessas práticas estão a redução do desconforto causado pela menstruação e a capacidade de atingir o orgasmo pleno, muito além do orgasmo vaginal comum, e sem a perda de energia vital.

UM LANÇAMENTO


O Pequeno Livro do Kama Sutra



O Pequeno Livro do Kama Sutra
de Ann Summers


Páginas: 96

UM POUCO DE TANTRA

Eis o guia sexual de Ann Summers para o clássico Kama Sutra. Você verá novas e eróticas posições sexuais, além de dicas para prolongar o prazer.
Este Pequeno Livro do Kama Sutra ilustrado com fotos coloridas softcore.



Bem-vindo à versão moderna e divertida de Ann Summers do mais antigo guia sexual do mundo!
O Kama Sutra é o manual sexual original, e esta atualização sexy lhe contará todos aqueles segredos de que você precisa saber para ter bons momentos na cama (e fora dela!).
Com fotos quentes coloridas para inspirá-lo, O Pequeno Livro do Kama Sutra, de Ann Summers, dará à sua vida sexual uma nova dimensão - você verá estrelas!
Veja dicas para:
- Fazer o sexo durar mais, prolongando o prazer.
- Usar preliminares e brinquedos eróticos em suas relações sexuais.
- Novas e excitantes posições sexuais para você e seu(sua) parceiro(a).

UM LANÇAMENTO

Pompoar - A Arte de Amar




Pompoar - A Arte de Amar
de Stella Alves


Páginas: 112

Este não é apenas mais um livro sobre sexo, mas uma obra dedicada a todas as mulheres e homens que queiram ser felizes no sexo e no relacionamento. Todo o casal deseja prolongar e intensificar o prazer durante o ato sexual. Para isso, a ousadia é um ingrediente fundamental, pois com ela é possível deixar a imaginação solta e aumentando o prazer sexual e incentivando o fortalecimento dos laços afetivos do casal.



O que é



O pompoarismo é a prática onde as mulheres dominam mentalmente os movimentos de seus músculos vaginais, a fim de induzir sensações eróticas no homem durante o ato sexual.


O pompoar é uma arte sublime, que potencializa a sensualidade e sexualidade feminina e deve ser praticado na intimidade amorosa. Esta técnica além de muito saudável, proporciona imenso prazer a ambos e é buscada pela mulher que pretende dar mais prazer ao parceiro e, conseqüentemente, ter mais prazer e se tornar mais desejada.



Origens



Há mais de 1500 anos o Kama Sutra abordava sobre práticas amorosas e distinguia especialmente a prática do pompoar. Uma técnica antiqüíssima praticada especialmente por mulheres do sul da Índia.



Na Tailândia, por exemplo, esta técnica é passada de mãe para filha desde a infância o que resulta na dominação total da técnica na idade adulta.



Antigamente o pompoar era visto como pornográfico, pois era praticado pelas prostitutas. Atualmente, as pessoas puderam obter conhecimentos mais profundos a respeito do assunto e perceberam a seriedade e os benefícios da técnica tanto para a auto-estima da mulher como para a satisfação dos dois. No Ocidente, onde não há a
mesma preocupação moral, cada vez mais mulheres começam a conhecer a arte e se tornar praticantes do pompoarismo.



O Livro



Pompoar - A Arte de Amar é uma obra que tem como objetivo realizar sonhos de mulheres e homens traz exercícios para as mulheres aprenderem e praticarem a técnica, depoimentos de alunas e dicas para melhorar e aprimorar as relações sexuais. Stella escreveu este livro com o objetivo de oferecer tudo sobre esta formidável técnica milenar proveniente do Oriente e praticada em vários países. Neste trabalho reuniu todas as experiências de seus cursos com alunas de todo o país. Ela é, certamente, a professora da técnica que conseguiu trazer esta prática oriental para a vida das mulheres brasileiras. O bem estar e a vitalidade aumentam a auto-estima e a autoconfiança de toda mulher, com a prática do pompoar a mulher se sentirá mais desejada e amada aumentando sua vontade de viver feliz e bonita.

UM LANÇAMENTO




O negócio do michê: A prostituição viril em São Paulo




O negócio do michê: A prostituição viril em São Paulo

de NESTOR PERLONGHER

Editora: Fundação Perseu Abramo

Páginas - 272


Este livro estava esgotado e agora está sendo relançado. Imperdível!


O livro O Negócio do Michê – A Prostituição Viril em São Paulo, do antropólogo argentino Néstor Perlongher, será lançado em nova edição, com novo prefácio



Referência fundamental para os estudiosos de sexualidade e gênero, tanto pela originalidade do tema, quanto pelas análises, O Negócio do Michê – A Prostituição Viril em São Paulo, surgiu como dissertação de mestrado em antropologia social na Unicamp, em 1986. Na época, 1986, o autor, o argentino Néstor Perlongher, enfrentou o descontentamento de parte do meio acadêmico, escandalizada com o tema de sua pesquisa pioneira.

Lançado pela editora Brasiliense um ano depois, com prefácio de Peter Fry, o livro tornou-se um clássico moderno da pesquisa etnográfica. Coube à Editora Fundação Perseu Abramo uma nova edição, com a íntegra do texto original e um novo prefácio, desta vez assinado pelos professores de sociologia e ciências sociais Richard Miskolci e Larissa Pelúcio.

O livro, escrito em linguagem não acadêmica, baseou-se nos depoimentos de michês, clientes e entendidos, ou pessoas do universo homossexual não envolvidas diretamente com a prostituição. Entre março de 1982 e janeiro de 1985, Perlongher, num procedimento chamado de pesquisa participante, foi às ruas, bares, saunas e mictórios públicos do centro de São Paulo, onde pôde estar em contato direto com o tema de seu estudo.

Ao mapeamento geográfico/cultural do trabalho do michê, Perlongher acrescentou amplo arsenal teórico, com citações que vão de Marx e a Escola de Chicago, a Foucault, Deleuze e Guattari.Coincidentemente, o livro surgiu em sintonia com outros estudos semelhantes pelo mundo, como o que originou a Teoria Queer, nos Estados Unidos.

Néstor Perlongher nasceu em Avellaneda, província de Buenos Aires, em 1942. Participou ativamente de movimentos pelos direitos dos homossexuais, primeiramente na Frente de Liberación Homosexual Argentina e depois no Grupo Eros. Em 1982, cansado das perseguições pela ditadura em seu país, veio para São Paulo. Logo ingressou na Unicamp, onde realizou a dissertação de mestrado que deu origem ao livro. Autor também de oito elogiados livros de poesia, faleceu em novembro de 1992, vitimado pela Aids.





















Desde sua primeira edição, em 1987, O negócio do michê se tornou uma leitura de referência para aquelas e aqueles que se interessam pelas discussões sobre o desejo, as urbanidades, as sexualidades, as corporalidades e o mercado do sexo. Néstor Perlongher leva as/os leitoras/res aos bares, saunas e ruas de uma São Paulo noturna e apaixonadamente transgressiva, onde rapazes comercializam sexo, amam, brigam, negociam códigos e, por vezes, desejam o indesejável. Construído a partir de uma intensa etnografia e de uma densa análise teórica, O negócio do michê tem hoje a marca dos clássicos e, como tal, guarda uma contemporaneidade surpreendente.



Apresentação:

“Em primeiro lugar, quero frisar que este livro não é apenas mais um estudo frio das margens perversas de São Paulo. Na melhor tradição da antropologia social, o texto exsude a simpatia que o autor tem para com seu 'objeto de estudo'. Não no sentido de uma apologia formal de advogado, mas de uma séria tentativa de 'traduzir' a experiência dessas margens para que o leitor possa entendê-las na sua integridade (em todos os sentidos da palavra).” (Peter Fry)



Peter Fry, ao prefaciar a primeira edição de O negócio do michê – A prostituição viril em São Paulo, traduziu o sentimento futuro de leitores e leitoras que iriam encontrar na dissertação de mestrado de Néstor Perlongher uma rica fonte de reflexões teóricas e um instigante “guia” etnográfico.



Em meados da década de 1980, Perlongher se pôs à deriva numa São Paulo noturna e sexual, cartografando os corpos e os códigos de toda uma territorialidade desprezada pelos cientistas de “respeito”. Alguns se escandalizaram com o título da dissertação que abordava michês, prostituição e virilidade. Os vanguardismos costumam ter a marca da incompreensão e não foi diferente com O negócio do michê.



Perlongher se autodefinia um “pensador callejero” (das ruas), assim, a claustrofobia das normas canônicas não cabiam em sua escrita barroca nem em seu voluptuoso arsenal teórico que vai de Marx à Escola de Chicago e chega a Foucault, Deleuze e Guattari. Sem o saber, desenvolvia reflexões em sintonia com as que – nos Estados Unidos – originariam a teoria queer. Por tudo isso, o estudo de Perlongher mantém-se atual e fascinante.

Depois de sábado à noite




Na literatura, o tema é recorrente, mas são poucos os personagens homossexuais protagonistas de um romance. Em seu livro de estréia, Depois de sábado à noite, o autor Kiko Riaze expõe a cena gay carioca, que poderia ser a cena em qualquer grande centro urbano. Como no início do filme Milk, o dia a dia de um gay solteiro aparece sem metáforas. Pegações, beijos, amassos e transas são mostrados com naturalidade - e alguma crueza. Homofóbicos podem sentir desconforto, mas estarão diante de um aprendizado.

Em suas narrativas, tanto Milk quanto Depois de sábado à noite mostram que literatura gay ou cinema gay não são necessariamente sinônimo de arte erótica ou pornográfica. Seus personagens são desenvolvidos de forma consistente, sem caricatura ou estereótipo.A questão homossexual é abordada com frequência no cinema e na literatura. O mais recente e contundente exemplo nas telas está em cartaz: Milk, a voz da igualdade, que rendeu o Oscar de melhor ator a Sean
Penn e o de melhor roteiro original. Em tom de documentário, o diretor Gus Van Sant expõe a vida e o legado de Harvey Milk, o primeiro gay eleito para um cargo público nos Estados Unidos.


"A escassez de obras literárias para o público gay foi o que me levou a escrever o romance. Observei que os títulos existentes tinham como foco os conflitos da fase em que as pessoas se descobriam homossexuais. Eu escrevi um romance em que os personagens são gays assumidos e vivem nesta condição. Existe um universo gay além da fase da descoberta, com cultura, hábitos e pensamentos que muitos desconhecem ou ignoram", relata Riaze. A trajetória de Milk nos anos 70 foi apenas o início de uma longa luta não apenas pelos direitos dos homossexuais, mas pelos direitos humanos de igualdade em geral. Passados 30 anos de sua morte, ainda há muito para conquistar, muito com o que se indignar. O filme chega em momento oportuno nos Estados Unidos: Milk foi lançado pouco depois que os gays da Califórnia perderam o direito de se casar, em um referendo. Sean Penn não perdeu a deixa: "Acho que é hora de vocês, que votaram pela proibição do casamento gay, sentarem e refletirem, pensando em sua enorme vergonha e na vergonha dos seus netos, caso continuem assim", disse quando recebeu a estatueta. Filmes, livros e a arte de uma forma geral são ferramentas essenciais para reforço e alerta de uma causa que é de todos nós: igualdade de direitos.

O LIVRO

Depois de sábado à noite
de
Kiko Riaze

256 páginas

"Kiko Riaze narra desventuras de um jovem homossexual que faz das festas de sábado seu campo de batalha em busca da felicidade."


O AUTOR


Nome: Kiko Riaze
Idade: 29 anos

Signo: Gêmeos
Profissão: Gestor de Logística
O que poderia comer sempre: Pavê e pudim de leite
O que jamais comeria: carne de cachorro
Bebida preferida: Vinho
Música de sempre: Secret, Madonna
Livro: As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley
Paixão: Animais e natureza
Mania: Tirar fotos
Programa legal: Diversão com os amigos
Lugar: Qualquer um onde se pode ver o mar
Frase: "A felicidade está dentro de você, não a procure em sua volta". Buda





UM LANÇAMENTO





INVENÇÕES DE SI EM HISTÓRIAS DE AMOR



INVENÇÕES DE SI EM HISTÓRIAS DE AMOR
Lota Macedo Soares e Elizabeth Bishop

de NADIA NOGUEIRA

Páginas - 264

"Em seu livro demolidor sobre a cultura histórica do século XIX, mas nem por isso limitado àquele tempo, Nietzsche apresentou três motivações vitais básicas da busca pelo passado: o sentido do monumental, da grandeza dos fundadores; o apelo do antiquário, a sedução das ruínas; e o desejo crítico, a tentação de ser juiz. Destas três atitudes, a crítica é sem dúvida a que mais demarca uma ética profissional para os historiadores da atualidade. Ser historiador, acredita-se, é adotar uma visão crítica sobre o passado, denunciar as mazelas humanas, e neste mesmo passo erguer-se como voz solitária da justiça, num mundo dominado pela sordidez. Acontece que, freqüentemente, o senso crítico é entendido como algo alheio à atividade crítica, reflexiva, e o historiador se torna um porta-voz entristecido do ressentimento, anunciando aos tempos futuros as derrotas desde sempre necessárias, e muito humanas.

Começo esta resenha por este caminho porque o livro de Nadia Nogueira fere a sensibilidade ressentida do historiador profissional, e por isso, dentre outras coisas, merece ser lido com atenção. Trata-se de um trabalho sobre a felicidade, uma história de amor, e uma história de amor entre duas mulheres. Ou seja: a cada passo um desafio, ao mesmo tempo intelectual e afetivo. Encontrar as palavras certas, o modo de falar sobre o encontro entre Elizabeth Bishop e Lota Macedo Soares no Rio de Janeiro nos anos 1950 e 1960, enfrentando (e não evitando) as questões delicadas referentes ao amontoado de clichês que recobrem os “anos dourados”, ao exotismo presente na visão da poeta lírica norte-americana sobre os trópicos, às aproximações entre Lota e figuras de inegável autoritarismo político (o impagável Carlos Lacerda). E, claro, o intrincado problema do dinheiro, de uma felicidade comprada pelo preço de um refúgio, a casa em constante construção enquanto as duas viviam seu breve e intenso momento de alegria.

Depois de ler o livro podemos nos perguntar se dinheiro compra felicidade, esta questão aparentemente tão fútil, porque formulada nos termos de uma lição de moral que nos ensina que, pelo contrário, só há virtude na pobreza. Mas, no que se refere à felicidade, é preciso reconhecer que talvez o dinheiro ajude, principalmente se você precisar de um espaço próprio para viver o seu amor meio clandestino, ou se tiver que temperar a repulsa sentida pela família tradicional com algum tipo de aceitação social. Mas, como falar sobre isso sendo historiador? Como encarar os obstáculos estabelecidos por uma tradição que optou pela idealização da pobreza (em livros e teses, é claro)? É mesmo difícil admitir que, especialmente em casos como o da história de amor entre Elizabeth Bishop e Lota Macedo Soares, a felicidade é um privilégio. O grande interesse do livro de Nadia Nogueira é que nele questões como estas são explicitadas. Sentimos a dificuldade da elaboração da escrita do livro, acompanhando o trabalho de reflexão da autora.

Porém, no caso do livro, de que felicidade se trata? Certamente não a felicidade utilitarista, baseada na busca do conforto, da estabilidade de condomínio fechado, do cálculo amedrontado dos prazeres e das dores. Nadia Nogueira procura, em seu livro, a felicidade daqueles que fazem as coisas por inteiro, que conseguem, mesmo que por ALGUNS momentos, viver na potencialidade criadora do ser. Neste aspecto, o sentido trágico da história fica mesmo por conta de Lota, porque sua opção criadora a levou, inevitavelmente, ao encontro com a megalomania do poder, com o desejo de fazer da cidade um desdobramento de seu idílio pessoal, na mistura de jardim e praça pública que perfaria os seus projetos para o aterro do Flamengo. Projeto que, literalmente, a consumiu, segundo a análise de Nadia Nogueira.

A felicidade, neste sentido de plenitude, só poderia ser mesmo fugaz. Porque o refúgio da privacidade estava próximo demais da reclusão, do aprisionamento. Porque o amor não basta, além dele precisamos dos amigos, da cidade, da república. A ambigüidade do refúgio como prisão é paralela à da aceitação social do amor entre duas mulheres, uma vez que, em se tratando de duas artistas, e uma delas milionária, certas “excentricidades” seriam mais ou menos esperadas. Ambigüidade do Rio de Janeiro como sonho de um Brasil feliz, moderno e tropical, marcado pelo auto-exotismo, pela alegria turística. No sentido pleno do termo, a felicidade compartilhada por Lota e Bishop era utópica. Mas nem por isso inocente.

A leitura do livro de Nadia Nogueira inspira questões como estas. Ele foi elaborado como a história de um encontro, quase aquele “amor à última vista” de que falava Walter Benjamin. A autora nos conduz ao momento em que Bishop e Lota se encontraram, buscando entender por que este encontro foi tão marcante para as duas, tão criativo. O fim da história é melancólico, mas o livro não flerta com a facilidade das lamentações. Além disso, existem as aproximações teóricas, as questões de gênero (mais especificamente, o difícil limite entre o privado, o íntimo e o político), mas tudo tratado com leveza pela autora, uma vez que neste, como em todos os bons livros de história, a teoria está imersa na narrativa. "




Daniel Faria
Prof. Dr. em História na Universidade Federal de Uberlândia.


DA




Artimanhas da sedução - homossexualidade e exílio



Artimanhas da sedução - homossexualidade e exílio

de Karl Posso


Tradução: Marie-Anne Kremer (revisão de Karl Posso)
293 p.

Construído sobre sólido alicerce teórico e extremamente bem escrito e argumentado, este livro deverá impor-se como marco na crítica de orientação homoerótica. Muito mais do que uma leitura de quatro obras de Silviano Santiago e Caio Fernando Abreu, Artimanhas da sedução permanecerá por muito tempo como o estudo crítico definitivo das intersecções entre o posicionamento do homossexual e a condição do exílio. IMPERDÍVEL.






Desenhos Eróticos




Desenhos Eróticos texto e seleção de Joaquim Afonso

Coleção


museu compacto


Encadernação


Brochura (Capa Mole)




Editora Lisma (Lisboa)


em Português


Dimensões (largura x altura)


14.7 x 16.2 cm



Um pequeno painel do desenho erótico e texto de apresentação de seus autores. No prefácio as palavras de Mario Vargas Llosa



" O erotismo tem a sua própria justificação moral, porque significa que o prazer é suficiente para mim; é uma afirmação da supremacia do indivíduo."


Roy Stuart Volume II






Roy Stuart é considerado o maior mestre na sua especialidade: fotografia erótica. Nasceu em Nova Iorque, vive em Paris e é nos luxuosos apartamentos desta cidade que fotografa.



As fotografias de Roy Stuart,oferecem uma perspectiva alternativa do Mundo.



Através das suas histórias visuais, o fotógrafo dá a mão ao espectador e acompanha-o na procura dos limites exteriores do possível. Seduz o público para o questionar, explorar e colocar cara a cara com os seus próprios desejos proibidos.



As suas fotografias não são mais do que os espelhos dos nossos tabus e do potencial erótico que temos dentro de cada um de nós.



Trata-se de um trabalho, em cores fortes ou a preto e branco, que pretende ser explícito onde mulheres interpretam fantasias em imagens sumptuosamente captadas pela objectiva.




Para o fotógrafo norte-americano, que vive e trabalha em Paris há 15 anos, o essencial de cada trabalho passa sempre por fotografar pessoas desconhecidas, para assim conseguir ambientes mais realistas.



Ainda que o seu trabalho fotográfico seja marcado por um ambiente fantasioso, erótico, repleto de fetiches do quotidiano, Roy Stuart não o considera chocante ou pornográfico.



Os seus modelos, cenários e encenações são escolhidos com rigor. As poses são as naturais de cada um e as próprias destas situações.



O seu segredo é apresentar, de uma forma elegante.



Este

Roy Stuart Volume II

é mais dedicado às mulheres dominadoras, e ao lesbianismo.

Branding, Escarificação e outros quetais





Matter of Trust: Sache Des Vertrauens de Claire Garoutte (texto e fotos)

capa dura

180 páginas

editora Konkursbuch

Este livro em edição bilingue (alemão/inglês) é a documentação em fotografia e texto das intervenções durante oito anos de uma familia lésbica e adepta ao sadomasoquismo e que abre espaço às modificações corpóreas.O que vamos ver não são simples colocações de piercing e sim algo que vai muito além. Sem querer fazer juizo de valor, pois Claire Garoutte já se revelou uma ótima fotógrafa, o livro para os que não são adeptos não é dos mais agradáveis.




Muito embora estes registros busquem apresentar esses rituais de extrema intimidade e busque refletir sobre a estrutura das relações inter-pessoais, o livro é cru. Para entender melhor -

Branding - O branding se caracteriza pelo aquecimento de pequenas placas de metal com um maçarico depois usadas para fazer os desenhos.

Escarificação - A técnica é feita com um bisturi. Em vez de calor, usa-se a lâmina do instrumento para se fazer cortes, que formam o desenho na pele.

Escarificação é como se fosse uma tatuagem, porém em vez de se injetar tinta na pele o desenho é feito a partir de cortes com um bisturi. Essa técnica originou-se na África, onde tatuagens convencionais, tribais não eram usadas pois na pele negra não apareciam, passando assim a se utilizar a tecnica das cicatrizes.
Se isso ainda é pouco, note que a coroa da garota fotografada é de agulhas de injeção. Leia aqui um depoimento de um adepto dessas técnicas - "Estas artes decorativas se originaram na África... Quanto mais volumosas ficam as cicatrizes, mais lindos ficam os trabalhos. Então, pessoas arrancam a casca da ferida e passam vinagre ou cinza para que os cortes infeccionem e cicatrizem com volume”. Pano rápido!

Eduardo Cruz



Na trilha do arco-íris



Na trilha do arco-íris – Do movimento homossexual ao LGBT
de Júlio Assis Simões e Regina Facchini


Páginas: 194

De doença social à organização ativa e politizada, a homossexualidade no Brasil é analisada no livro que narra uma trajetória de vitórias e desafios

Há pouco mais de três décadas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais do país decidiram “sair do armário” para formar um movimento organizado, cuja agenda está focada em assegurar suas identidades, seus direitos e garantias civis fundamentais. E, para o grupo LGBT, vencer a resistência conservadora está longe de ser uma tarefa simples.

Como os autores Júlio Assis Simões e Regina Facchini descrevem em Na trilha do arco-íris – Do movimento homossexual ao LGBT, dos anos 70 até hoje os homossexuais do Brasil e do mundo percorreram um caminho árduo.

Instituições imaculadas, como família, escola, igreja e mídia se veem ameaçadas e os consideram como doentes - apesar da OMS ter retirado a homossexualidade da lista da doenças em 17 de maio de 1990, data que ficou determinada como o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, celebrado em várias partes do mundo.

Traz um levantamento sobre as primeiras manifestações, hoje conhecidas como Parada do Orgulho LGBT, que levam a cada ano milhares de ativistas e simpatizantes às ruas, num colorido que mobiliza opiniões e atitudes.

Repleto de curiosidades históricas, científicas e filosóficas, o livro faz um panorama do ativismo americano e europeu, mas se aprofunda no movimento LGBT brasileiro com propriedade. Cita a importância de grupos organizados como o Somos e o jornal Lampião, os anos 70 e 80, a mobilização do tribunal brasileiro – inclusive cita casos concretos, como o de Cássia Eller e sua companheira –, analisa o impacto da AIDS na história do movimento e, sobretudo, imerge na importância da homossexualidade no debate público.
Os Autores
Júlio Assis Simões – Professor do departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador-colaborador do Núcleo de Estudos de Gênero (Pagu), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Publicou O dilema da participação popular e trabalhos sobre movimentos sociais (São Paulo: Marco Zero, 1992). Regina Facchini – Pesquisadora-colaboradora do Núcleo de Estudos de Gênero (Pagu), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Publicou Sopa de letrinhas? Movimento homossexual e produção de identidades coletivas nos anos 90 (Rio de Janeiro: Garamond, 2005) e trabalhos sobre movimentos sociais, participação política, saúde sexual e reprodutiva, discriminação e violência, gênero e sexualidade.



um lançamento da



ASTROLOGIA DO SEXO



ASTROLOGIA DO SEXO
de Megan Skinner
Páginas: 272

Você certamente sabe que a pergunta "qual é seu signo?" é só o primeiro passo para se conhecer alguém mais a fundo. Você precisa traçar o perfil astrológico da pessoa para saber se ela é compatível com você, tanto emocional quanto fisicamente, e e ter mais chances de fazer o seu relacionamento dar certo.

Astrologia do Sexo - a refinada arte do verdadeiro romance sob a perspectiva da astrologia - é o guia que o ajudará a obter todas as respostas de que você precisa. Encontre seu parceiro ideal, usando os princípios astrológicos e as dicas práticas de Astrologia do Sexo: um jeito fácil de encontrar o amor dos seus sonhos! Nele, você encontrará:

- Um olhar provocante e bem-humorado sobre os traços sexuais que caracterizam cada um dos doze signos do zodíaco.

- Percepções incríveis sbre como os planetas e as casas influenciam a dinâmica sexual de um casal.

- Sugestões que ajudam você a escolher um parceiro mais compatível e a ter uma vida sexualmente mais prazerosa.

- Dicas para aumentar a intimidade e ajudá-lo a cultivar uma ligação mais profunda com o seu amor.

UM LANÇAMENTO






CONTEÚDO ADULTO

Muitas vezes alguns livros e eventos são dedicados a o público adulto, outras vezes é dificil enquadrar este ou aquele tema no bojo de nossos links. Sendo assim abrimos um no espaço no Suplementocultural.com

o


Benvindo!